Monday, May 12, 2008
De saco cheio de tanto ouvir de sua mulher, que só vivia bêbado, que era vagabundo e que não servia para nada, além de só fazer merda por aí, o desocupado Joaquim José Moraes Albuquerque, 38, refletiu bastante e resolveu tomar uma decisão drástica em sua vida: esfaqueou sua patroa para ela calar a boca e ele poder viver sua vida inútil sem ninguém pra aporrinhar o saco. Em pleno dias das Mães, Joaquim deu três facadas com a intenção de matar a dona de casa, Maria do Carmo da Silva Albuquerque, 25, que foi hospitalizada no João Lúcio. Ele foi preso na casa do casal, no bairro Nova Floresta, zona Leste.
Iterceptado e detonado
Doido para cheirar uma deliciosa cola de sapateiro, um adolescente resolveu agredir e roubar a dona de casa, Rita de Almeida, 54, nas proximidades da Praça da Matriz, na manhã de ontem, mas acabou pegando porrada por um ano inteiro.
O desviado infante roubou a bolsa da senhora e fugiu. Ele não contava que dois filhos de sua vítima estavam vindo da direção para onde ele tentou fugir e ao passar pelos dois, foi logo pegando o dele. Os dois homens aplicaram uma seqüência animalesca de golpes que deixaram o moleque irreconhecível. Achando que seria salvo pela Polícia, um PM chegou no local e ficou até com pena do moleque dando somente uns bons tapas.
Possessão demoníaca
Uma divertida bebedeira entre desocupados, na tarde de ontem, no bairro Novo Israel, zona Norte, recebeu a intervenção do "Pé Cascudo" e resultou num violento duelo de facas. O hospedeiro do Tinhoso foi o corpo de Alexandre Marques da Silva, 25, que após a possessão demoníaca, sapecou-lhe a faca no seu brother, Wiliams Reinaldo de Souza, 21. Outro elemento, percebendo que o colega havia emprestado seu corpo ao "Coisa Ruim" rapidamente puxou o seu terçado de bolso e o largou nas costas do infeliz. Depois de conduzidos ao João Lúcio, Alexandre se destransformou e foi preso.
Loucos por uma loura
Achando que seu bairro era galeroso, mas nem tanto, o industriário Osmar Barbosa, 26, morador da Compensa 2, resolveu marcar bobeira e foi detonado pelos amoladíssimos terçados de uma satânica galera. Osmar achou de dar um rolé pelas quebradas a fim de comprar duas cervejas na madrugada de domingo. Ele até que conseguiu comprá-las, mas mal sabia que jamais as tomaria. No caminho, foi interceptado por uma rapaziada sanguinária que estava doida pra tomar uma loura estupidamente gelada. Como não quis dividir suas geladas, Osmar foi entrando na peia e pegou três terçadadas pelo corpo. Ninguém foi preso.
Sunday, May 11, 2008
Saturday, May 10, 2008
O galerito Elvislane da Silva Soares, 18, o Elvis resolveu antecipar o seu presente do Dia das Mães e largou um balaço de escopeta caseira na perna de sua genitora, na noite de ontem, no bairro Grande Vitória, zona Leste. A autônoma Maria do Carmo Soares, 49, foi massacrada porque não queria mais o infeliz dentro de casa. Maria já havia expulsado o bonitão, porque andava agredindo-a e roubando objetos de valor da casa, onde moram há dois anos, junto com mais uma irmã que trabalha como feirante. Na noite de ontem, Elvis chegou armado só para promover o terror, depois de atirar na mãe, fugiu.
O último grande herói
Achando que estava com tudo, o vigia tosco do bairro do Canaã, zona Leste, Jorge Medeiros Carvajal, 29, que passeia de bike, apitando feito bicho, pelas madrugadas, foi brutalmente espancado com o seu próprio porrete por uma galera entorpecida e inspirada pelo príncipe das trevas, na noite de ontem. A moçada jovem estava passando droga tranqüilamente quando o vigia passou e botou pra apitar em desespero. Os marginais o perseguiram jogando pedras no lombo do infeliz, até o derrubar da bike. Em seguida, o detonaram com bicudas e pernadas, além de porretadas. Ele foi parar no pronto-socorro João Lúcio Pereira.
Única solução
O pedreiro Josias Menezes Gurgel achou que sua mulher andava muito fogueteira, pois estava saindo muito. Temendo um possível chifre, Josias usou a cabeça e percebeu que a única solução era descarregar um 38 nas pernas da amada, para que ela parasse de sair tanto e ficasse um pouco mais caseira. Sheila Monteiro de Castro, 30, deu entrada no pronto-socorro Municipal 28 de Agosto na noite de ontem, com vários tiros nas pernas que lhe ocasionou graves ferimentos e algumas fraturas. Infelizmente, algo deu errado no plano infalível de Josias, porque ele conseguiu fazer sua amada parar de sair, mas por outro lado a Polícia o prendeu em flagrante, porque ela prestou queixa. Agora, ele passa o dia refletindo deitado no chão do xadrez do 3º D.P. onde irá maquinar outros planos para escapar da penitenciária.
Trio infernal
Durante a madrugada de ontem, o autônomo Herivelto Gomes de Paula, 23, foi detonado com duas facadas no bairro do São José. Ele foi jogado pelas macabras ruas do bairro, com duas facadas no tórax, na esquina da rua Curió com a Londres, por alguns transeuntes que o socorreram. Ele foi interceptado por dois galerosos e um galerito que o agrediram sem motivo algum, apenas para descontar o stress do dia-a-dia e em seguida, finalizaram a bronca com as facadas. A polícia já tem três suspeitos, os elementos conhecidos como "Louro-bosta", "Feinho" e "Batatinha". Os três foram indicados pela vítima que se encontra no pronto-socorro João Lúcio, zona Leste.
Manaus tah uma cidade surreal nos fatos!!!
Sunday, April 27, 2008
É bom saber...
Efeitos Sobre Bem-Estar Social e Representação
Partidária no Legislativo
A interferência do poder econômico nos rumos políticos de um país tem sido uma fonte de constante preocupação da sociedade. Existe uma forma bastante natural de intervir na política. Como o custo das campanhas eleitorais pode ser extremamente elevado, para exercer essa influência política seria suficiente financiar a campanha de um candidato capaz de implantar, depois que ocorresse a eleição, uma plataforma de interesse do grupo financiador. Para esse último, o desembolso de algum recurso poderia gerar um ganho muito maior no futuro, ao passo que para o político, um comprometimento velado representaria uma maior chance de ganhar a competição, na medida em que o candidato disporia de mais recursos para investir na campanha.
Como o Poder Legislativo constitui o órgão máximo de tomada de decisão política num país, as atenções se concentram nas oportunidades que o poder econômico possa ter de moldar as posições de política dos constituintes da legislatura. Segundo o Senador Pedro Simon1, o recente escândalo dos “Anões do Orçamento” é um exemplo desse processo de favorecimento de grupos econômicos por congressistas, os quais, em troca do financiamento das campanhas eleitorais, incluíam emendas no orçamento em benefício de empreiteiras.
Também em outros países as relações entre agentes econômicos poderosos e políticos de influência revelam situações de risco. Um caso recente e bastante significativo foi a falência de gigante Enron, uma importante companhia de energia dos Estados Unidos. De acordo com a “CBS News”3, o presidente George W. Bush recebeu cerca de US $ 623.000 em contribuições daquela empresa desde 1993, tanto para a competição presidencial, quanto para as estaduais. Além disso, cerca de 250 congressistas receberam contribuições da companhia de
As mudanças na legislação brasileira relativas ao assunto, principalmente a partir da década de 70,demonstram essa inquietação.
Em 1971, uma nova lei orgânica dos partidos políticos foi promulgada (Lei nº 5682). Entre outros aspectos, regulamentou-se o chamado fundo de assistência financeira dos partidos políticos,composto das multas e penalidades aplicadas a partir da legislação eleitoral, dos recursos financeiros que lhe fossem destinados também por lei, e de doações particulares. Do montante acumulado no fundo, 80% era distribuído com base na proporção dos partidos na Câmara dos Deputados e os outros 20%, repartido igualmente entre eles. Também importante para a abordagem que se apresenta foi a vedação imposta pela lei aos partidos quanto ao recebimento, direto ou indireto, de contribuição, auxílio ou recurso procedente de empresa privada, de finalidade lucrativa, entidade de classe ou sindical.
No entanto, a história mostrou que essa vedação restou ineficiente. Durante a vigência daquela lei, criou-se um incentivo ao financiamento de campanhas via a formação de um “caixa dois”, ou seja, os recursos recebidos à margem da lei faziam parte de uma contabilidade paralela e, portanto, não divulgada pelos partidos. Um caso notório dessa ocorrência foi o chamado “Esquema PC”, iniciado durante a campanha eleitoral do primeiro presidente eleito diretamente após o período militar, Fernando Collor de Mello. Seu tesoureiro de campanha, Paulo César de Farias, recebia dinheiro de empresários nacionais durante a disputa eleitoral e o mandato presidencial, facilitando, em troca, licitações públicas para aquelas empresas. Uma CPI também foi instaurada, levando ao afastamento de Collor do cargo de presidente da República. Estima-se que o esquema tenha movimentado, no mínimo, US$ 350 milhões4.
Nesse contexto, a permissão do financiamento privado passou a ser considerada a melhor alternativa, culminando na alteração, em 1995, da lei orgânica dos partidos políticos (Lei nº 9096).
Essa nova regra mantinha a idéia do fundo de assistência aos partidos, que passou a ser chamado de “Fundo Partidário” e contou com a definição de uma contribuição pública permanente em montante nunca inferior, cada ano, ao número de eleitores inscritos em 31 de dezembro do ano anterior ao da proposta orçamentária, multiplicados por trinta e cinco centavos de real, em valores de agosto de 1995. Outras duas importantes alterações introduzidas pela nova lei foram o critério de distribuição dos recursos do fundo, já que 99% do total seriam distribuídos aos partidos na proporção dos votos obtidos na última eleição geral para a Câmara dos Deputados, além da permissão de os partidos receberem diretamente doações de pessoas físicas e jurídicas para constituição de seus fundos, desde que as declarassem à Justiça Eleitoral.
Mais uma vez, a regra estabelecida não parece ter surtido o efeito esperado, pois se deu uma nova ocorrência no cenário político vinculada ao financiamento de campanha.Em novembro de 2000, o jornal “A Folha de São Paulo” publicou reportagem sobre contas paralelas do presidente reeleito em 1998 Fernando Henrique Cardoso. Segundo aquela reportagem, apresentada pela revista “Veja”5 naquele mesmo mês, o tesoureiro da campanha, Luiz Carlos Bresser Pereira, registrou o recebimento de R$ 43 milhões de contribuições para a campanha, deixando de declarar ao Tribunal Superior Eleitoral doações superiores a R$ 10 milhões, correspondentes a mais de 20% do total declarado.
Do ponto de vista da contabilidade oficial de campanha, são marcantes as diferenças de gastos nas campanhas eleitorais dos candidatos em 1998. Na campanha para os governadores eleitos menciona-se a divergência dos gastos declarados pelo governador da Paraíba, José Maranhão, e pelo de Sergipe, Albano Franco, que montam R$ 116 .500 e R$ 1,3 milhão, respectivamente. Já para o cargo de presidente, aquelas eleições registraram uma discrepância ainda maior, pois Ciro Gomes declarou ter gasto com a campanha R$ 1 milhão, Luiz Inácio da Silva, outros R$ 3,9 milhões, para um gasto de R$ 43 milhões declarados pelo candidato eleito Fernando Henrique Cardoso.
Dessas evidências, infere-se que a nova legislação sobre o financiamento da disputa eleitoral pode ter tido um efeito distinto daquele que se pretendia. Além de não se ter certeza dos valores declarados pelos candidatos, em vista da possibilidade de desvio dos montantes recebidos ou da necessidade de esconder a identidade do doador para não evidenciar futuros favorecimentos, a competição pode ter se tornado extremamente desigual, gerando um efeito anti-competitivo. De fato, os partidos com maior financiamento privado teriam melhores chances de conquistar mais lugares no Congresso, tornando-se, por conseqüência, mais atraentes ao financiador privado, que, por sua vez, novamente os financiaria, garantindo a manutenção do status quo da divisão política.Em resposta a esses acontecimentos e diversos outros ligados à corrupção nos meios políticos, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal vêm novamente se movimentado no sentido de alterar a legislação atual. Os objetivos principais seriam evitar a ingerência do poder econômico nas decisões políticas por meio do mecanismo de financiamento privado de campanhas e, por conseqüência, a desigualdade de condições nas competições eleitorais.
Na Câmara existem quatro projetos de lei7 tratando das contribuições privadas, seja sugerindo que se torne crime a doação de dinheiro por pessoa jurídica para o financiamento de campanha eleitoral, seja propondo a proibição de candidatos e partidos de receberem recursos de empresas e/ou entidades que mantenham vínculo com o poder público; nesse último caso o foco do delito recai sobre aquele que recebe o recurso e não sobre o doador. Já no Senado, são dois os projetos8, estando aprovada a proposta de as campanhas eleitorais serem financiadas exclusivamente 5 pelo setor público, vedando-se as doações privadas nos anos eleitorais e ampliando-se as dotações orçamentárias federais que compõem o fundo partidário, nos anos em que se realizarem eleições, de R$ 0,35 para R$ 7,00 por eleitor alistado pela Justiça Eleitoral até 31 de dezembro do ano anterior, enquanto a forma de distribuição dos recursos permaneceria a mesma.
Em relação ao projeto apresentado no Senado, muito se discutiu quanto às vantagens e desvantagens de se vedar a participação do setor privado nas campanhas eleitorais. Ao se proibir o financiamento privado, poder-se-ia equalizar as condições de disputa entre os diversos partidos, diminuir a intervenção do poder econômico nos rumos das políticas adotadas pelo governo e, até como uma conseqüência deste último, ampliar os benefícios das políticas públicas à maioria da população9. Por outro lado, há alguns parlamentares que consideram injusta a forma de distribuição dos recursos do fundo partidário, além de entenderem improvável o impedimento por completo da interferência privada, pois acham que seria inevitável, por exemplo, que a mídia promovesse algum partido ou candidato. A partir dessa premissa, portanto, para esses senadores o aumento da dotação orçamentária para o fundo partidário oneraria ainda mais os contribuintes.
Nesse ponto, faz-se pertinente uma análise sobre os efeitos da contribuição pública. As propostas de alteração da lei orgânica dos partidos políticos pelo Senado Federal sugerem um estudo da contribuição pública no que diz respeito a dois aspectos: a conseqüência do lobby pré-eleitoral sobre as políticas propostas pelos candidatos do ponto de vista da melhoria do bem-estar social; e as condições de competição entre os partidos para, por meio de uma análise das probabilidades de os partidos se elegerem a partir de campanhas financiadas pelo setor público, verificar o efeito da contribuição pública sobre as respectivas proporções no Legislativo, ou seja, ficar se o status quo será mantido ou se haverá mudanças significativas nas proporções dos partidos.
Para tanto foram desenvolvidos modelos de competição eleitoral nos quais é introduzido explicitamente o papel do financiamento de campanha nas decisões dos eleitores. A base dessas modelagens é uma abordagem desenvolvida em Lindbeck e Weibull (1987). Segundo essa modelagem, além de considerar as propostas apresentadas pelos candidatos, o voto de um eleitor também é influenciado por uma característica pessoal, apresentada pelos autores como “ideologia”.
Essa ideologia reflete um viés do eleitor em favor de um partido motivado por diferentes fatores que afetam a sociedade, como, por exemplo, súbitas crises externas ou catástrofes naturais. Como esses fatores são tipicamente de origem imprevisível, a sua influência sobre as escolhas do eleitorado é modelada a partir de variáveis estocásticas, de forma que essa abordagem passou a ser conhecida como “Modelo de Voto Probabilístico”.
Life...
Às Vezes deixamos o ar pueril de criança pra termos a graça e a esperteza de um adulto, talvez a ingenuidade não faça tanta diferença quando se trata e falar coisas a nosso respeito.
Quando se explode o nosso “eu” sem aquela sagacidade de guerreiro Bardo, mas sempre buscamos respostas pra coisas que acontecem conosco, uma delas é o Amor.
Talvez o pior sentimento que se pode sentir na vida de um ser como nos os Humanos de carne e osso,que é calculista,que é frio,que é sagaz,que é verdadeiramente um ator que faz do seu palco um verdadeiro picadeiro.
Ora ri,ora chora consigo mesmo,de alegria de dor,de felicidade,mas o amor crava as piores chagas na áurea do ser em questão.
Somos capazes ou incapazes de amar alguém...
Eis uma questão a ser debatida... A real existência do amor, no que se consiste no que se baseia, se é algo que passa de pai pra filho, assim como a sabedoria e a inteligência que adquirimos ao longo da vida.
Na verdade o amor é paradoxal, onde sempre procuramos respostas que nem se sabe ao certo se vai ter conclusão e real valor de fatos, sejam qual for à natureza e valores em questão sempre vai haver esses questionamentos.
A vida é como uma corda bamba o segredo é manter o equilíbrio das situações ,seja conjugal,familiar,entre amigos,em tudo devemos ter o controle .Amar faz parte do script que é o futuro porem incerto.
Sunday, July 22, 2007
BOLETINS DE OCORRÊNCIA (trágicos, mas cômicos!)
Thursday, July 19, 2007
Heart-Shaped Glasses (When The Heart Guides The Hand)
She reminds me of the one in school
When I was cut and she was dressed in white
And I couldn't take my eyes off her
But that's not what I took off that night
And she'll never cover up what we did with her dress, no
she said "kiss me it'll heal but it won't forget"
"kiss me it'll heal but it won't forget"
I don't mind you keeping me on pins and needles
If I could stick to you and you stick me, too
(chorus)
Don't break, don't break my heart
And I won't break your heart-shaped glasses
Little girl, little girl you should close your eyes
That blue is getting me HIGH
Don't break, don't break my heart
And I won't break your heart-shaped glasses
Little girl, little girl you should close your eyes
That blue is getting me HIGH
Making me low
That blue is getting me HIGH
Making me low
She reminds me of one I knew
That cut-up negatives of my life
I wouldn't take my hand off her
She wouldn't let me be anywhere but inside
I don't mind you keeping me on pins and needles
If I could stick to you and you stick me, too
Don't break, don't break my heart
And I won't break your heart-shaped glasses
Little girl, little girl you should close your eyes
That blue is getting me HIGH
Don't break, don't break my heart
And I won't break your heart-shaped glasses
Little girl, little girl you should close your eyes
That blue is getting me HIGH
Making me low
That blue is getting me HIGH
Making me low
And she'll never cover up what we did with her dress, no
she said "kiss me it'll heal but it won't forget"
"kiss me it'll heal but it won't forget"
I don't mind you keeping me on pins and needles
If I could stick to you and you could stick me, too
Don't break, don't break my heart
And I won't break your heart-shaped glasses
Little girl, little girl you should close your eyes
That blue is getting me HIGH
Don't break, don't break my heart
And I won't break your heart-shaped glasses
Little girl, little girl you should close your eyes
That blue is getting me HIGH
Making me low
That blue is getting me HIGH
Making me low
Monday, July 16, 2007
PORQUE NÃO DEVEMOS TEMER OS INVEJOSOS...
Anjo és
Jamais o teve mulher,
Jamais o há-de ter em mim.
Anjo és, que me domina
Teu ser o meu ser sem fim;
Minha razão insolente
Ao teu capricho se inclina,
E minha alma forte, ardente,
Que nenhum jugo respeita,
Covardemente sujeita
Anda humilde a teu poder.
Anjo és tu, não és mulher.
Anjo és.Mas que anjo és tu?
Em tua fronte anuviada
Não vejo a c´roa nevada
Das alvas rosas do céu.
Em teu seio ardente e nu
Não vejo ondear o véu
Com que o sôfrego pudor
Vela os mistérios d`amor.
Teus olhos têm negra a cor,
Cor de noite sem estrela;
A é chama vivaz e é bela,
Mas luz não têm.-Que anjo és tu?
Em nome de quem vieste?
Paz ou guerra me trouxeste
De Jeová ou Belzebu?
Não respondes- e em teus braços
Com frenéticos abraços
Me tens apertado, estreito!...
Isto que me cai no peito
Que foi?...-Lágrimas?-Escaldou-me...
Queima, abrasa, ulcera...Dou-me,
Dou-me a ti, anjo maldito,
Que este ardor que me devora
É já fogo de precito,
Fogo eterno, que em má hora
Trouxeste de lá... De onde?
Em que mistérios se esconde
Teu fatal, estranho ser!
Anjo és tu ou és mulher?
Tudo passa nessa vida..."
As lembranças vivem dentro de nos,tanto me importa o que me fizeram de ruim
Por que tudo passou nessa vida ...Eu agradeço a Deus pelo que ele me deu...
Agradeço pelo que ainda vou viver...Talvez seja que o tempo lapide o meu ser
Acorde do Pesadelo...Ande na corda-barbante do tempo inasno e impotente
Me acuso do que fiz e do que ainda nao fiz...Fujo de mim mesmo e simplesmente...
Me escondo numa mascara de uma alegria falsa...Surge dentro de mim um abismo
Uma sinfonia de Tristeza,mas o tempo curou as feridas e ficaram as cicatrizes.
Acabou a sinfonia,morreu o abismo que me prendeu no submundo do MEU EU.
O tempo lapidou a minha Alma me livrou de coisas que me tornavam impotente.
Agora sei que ...Tudo passa nessa vida
Tudo passa e as flores florescem no jardim.
As noites de pesadelo, se tornam noites tranquilas.
Hoje consigo dormir e finalmente alcancei a paz que eu preciava.
Precisava que eu passasse pelo Vale e aprendesse a valorizar as pessoas
Os sentimentos,o companheirismo e me livrasse do individualismo.
Tudo passa ...
Sunday, July 15, 2007
Modern Age
Em tempos de tanta injustiça em nosso meio social,podemos analisar que em cada um de nos tem um herói pessoal,aquele que tem ideais e vida ativa dentro da nossa vida.
Os trabalhadores da nossa Era pode ser considerados filósofos por que cada um tem uma concepção e as adapta ao seu modo de vida.
Tem ate alguns que tem o perfil ideológico de V de Vingança,”As ideais são a prova de balas”.
Ninguém pode mudar a personalidade de ninguém e um principio psicológico então entra a seguinte questão : O que esta mudando o perfil de racionalidade do Brasileiro em si?
Boa pergunta ... Se bem que as pessoas tem acesso a informações todos os dias,os meios de comunicação estão a disposição do povo mas nem todos tem condições de acessa-las, o que falta ?
Investimentos do governo na educação do Povo?
Interesse dos jovens pelos Estudos?
Incentivo dentro das escolas e dos Mestres?
Justiça seja feita mas não tem justificativa pra falta de cidadania,apenas falta pessoas com o censo critico apurado pra discutir o que realmente falta pra evolução do Povo Brasileiro.
Problemas sociais...Em tudo lugar do mundo tem,mas não e por isso que devemos parar no tempo,devemos ter um “ V de Vingança” em cada um de nós ,na verdade o ser humano não deve viver apenas de subterfúgios e sim viver a sua realidade sabendo opinar e questionar independente de cor ,raça,classe social,etc.
A mudança começa dentro dos nossos lares ... Dentro de nós basta acreditar no ideal de vida que temos .
" As ideias são a prova de balas"
V de Vingança.








